sábado, 30 de março de 2013

Kiko Pardini: Black Sabbath - Vol. 4 (1972) (Full Album)

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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Kiko Pardini

O Escritório do ONU Mulheres no Brasil informa que mudará de instalações hoje, dia 22 de fevereiro, devendo retomar suas atividades a partir do dia 26/02. O novo endereço do ONU Mulheres será:
 
ONU Mulheres
Casa da ONU – Complexo Sérgio Vieira de Mello
Setor de Embaixadas Norte - SEN, Quadra 802 - Lote 17
CEP: 70800-400 - Brasília-DF
 
Telefone geral: 55 61 3038-9280
 
Solicitamos a gentileza de atualizar os seus registros para direcionar futuras correspondências ao endereço acima indicado. Informamos ainda que os números de telefone e e-mails de contato da Representação e de seus funcionários permanecem os mesmos.
 
Cordialmente,
 
Escritório do ONU Mulheres Brasil

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Anarcopédia:Portal comunitário De Anarcopédia Ir para: navegação, pesquisa --Kiko58 04h25min de 25 de Outubro de 2010 (UTC)

Mulheres:

Curiosas e ansiosa mulheres, dês de meninas apaixonadas platônicas e mesmo assim contidas e delicadas tanto no se vestir ao esconder a vontade de aparecer nua ,como o no não se permitir falar das euforias escondidas da alma.Mas delicada como borboletas desfila –se como leque, que se expande, deixando surgir suas curvas como por acaso e nesse processo se arrebatam como fêmeas magníficas cheias de perfume e rubores escondendo o potencial dos amores Estas na adolescência tornassem felinas escondendo o potencial dos amores enigmático desistem de uma paixão por nada, e acabam na entrega de algum bom vivân inesperado e desconhecido. Mulheres que um dia tentei compreender e só assim cometi o maior erro desses que poderia cometer um homem, pois como entender o vôo da borboleta, que se alegra com o sol ás desnudando enquanto passeia por entre flores tais quase boemias descompromissadas onde da bela vida sem pudor as levam sem direção estando apenas a refletir da sua magia o sol que a todas guia configurando uma dança da paixão que elas mesmas disputam os mais incríveis lugares deste também meu jardim. Assim mesmo quando na ainda puberdade na sua beleza inchada tremula de um prazer imaginado,na entrega por nos homens estando preparados. Tão singelas próximas dos abraços casuais se entregam nos devaneios do conquistador assustada ela mesma se algema de joelhos na calma úmida da cela da eternidade. Mulheres que um dia quis entender me forçou encontra formula compatível que pouca vezes consegui valer não momento da entrega correspondendo delas as cinderelas pelos seu caprichos e sonhos antes perdidos, arrebatando-as em uma paixão cheia de promessas até terminar no final do amor daquele momento cheio de magia,e nunca mais agente se via. Mulheres tão nobres e ousadas que enfeitiça quem a evita e se vinga como o mais perigoso dos inimigos, mas quando, se arrependida confessa a trama, passa destes momentos a paixão que só um dramaturgo comporia a realidade daquela euforia, que também se acaba com um tchau no desaparecer para sempre no inicio do dia.É claro que de tudo elas são perdoadas principalmente vestida da elegância nua de seu perfume afrodisíaco de curvas em sorriso maroto,aproveitando do sol um novo vôo de colorido embriagada, de olhar vidrado de uma cor perfumada estimulante que a faz sentir fêmea voraz. Que maravilha uma mulher que sonha romântica em instantes silenciosos em entrega de beijos que inicia no rosto e escorrega pelos lábios úmidos e havidos de paixão que comina na mais linda entrega que também apos alguns momentos se veste e esquece como jamais houvesse aqueles lidos momentos, a não ser pelo cheiro dos restos da volúpia misturado ao perfume que a faz lembra do amor que nunca mais ira ter. Mulheres como eu as amo, sem saber bem o porquê um dia cassei e, fazemos repetir a magia durante meses, e continuamos vez por outra a repetir com uma complexidade com alguns compromissos. Mas continua ela fêmea com fúria no aprender do amar o amor, na complexa filosofia que se escreve a cada dia . Kiko Pardini


Edição tal como às 19h08min de 19 de Agosto de 2011

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SÓ Você


Entre o pecado e a real fantasia.

Fui rebelde anarquista não sabia,

Dês de um tempo perdido, que se fazia

Nem poesia que confunde o momento se Imaginaria.


Apaixonei e em êxtase viajei.

Quanto do sabor e de perfume encontrei,

Nas noites alegres por onde passei.

Ao lado dá saudade sua que amei.
.
Gerado pela discórdia sei,

Que pela separação avistei.

Neste pretérito. A paz perdeu-se deixei.


Não há tempo, só você. E a fragrância,

Das futilidades, da boemia. A ânsia,

Nas angustia e na distância.

Kiko Pardini
--Kiko Pardini 19h08min de 19 de Agosto de 2011 (UTC)