Kiko Pardini
sábado, 30 de março de 2013
Kiko Pardini: Black Sabbath - Vol. 4 (1972) (Full Album)
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Kiko Pardini
O
Escritório do ONU Mulheres no Brasil informa que mudará de instalações
hoje, dia 22 de fevereiro, devendo retomar suas atividades a partir do
dia 26/02. O novo endereço do ONU Mulheres será:
ONU Mulheres
Casa da ONU – Complexo Sérgio Vieira de Mello
Setor de Embaixadas Norte - SEN, Quadra 802 - Lote 17
CEP: 70800-400 - Brasília-DF
CEP: 70800-400 - Brasília-DF
Telefone geral: 55 61 3038-9280
Solicitamos
a gentileza de atualizar os seus registros para direcionar futuras
correspondências ao endereço acima indicado. Informamos ainda que os
números de telefone e e-mails de contato da Representação e de seus
funcionários
permanecem os mesmos.
Cordialmente,
Escritório do ONU Mulheres Brasil


Anarcopédia:Portal comunitário De Anarcopédia Ir para: navegação, pesquisa --Kiko58 04h25min de 25 de Outubro de 2010 (UTC)
Mulheres:
Curiosas e ansiosa mulheres, dês de meninas apaixonadas platônicas e mesmo assim contidas e delicadas tanto no se vestir ao esconder a vontade de aparecer nua ,como o no não se permitir falar das euforias escondidas da alma.Mas delicada como borboletas desfila –se como leque, que se expande, deixando surgir suas curvas como por acaso e nesse processo se arrebatam como fêmeas magníficas cheias de perfume e rubores escondendo o potencial dos amores Estas na adolescência tornassem felinas escondendo o potencial dos amores enigmático desistem de uma paixão por nada, e acabam na entrega de algum bom vivân inesperado e desconhecido. Mulheres que um dia tentei compreender e só assim cometi o maior erro desses que poderia cometer um homem, pois como entender o vôo da borboleta, que se alegra com o sol ás desnudando enquanto passeia por entre flores tais quase boemias descompromissadas onde da bela vida sem pudor as levam sem direção estando apenas a refletir da sua magia o sol que a todas guia configurando uma dança da paixão que elas mesmas disputam os mais incríveis lugares deste também meu jardim. Assim mesmo quando na ainda puberdade na sua beleza inchada tremula de um prazer imaginado,na entrega por nos homens estando preparados. Tão singelas próximas dos abraços casuais se entregam nos devaneios do conquistador assustada ela mesma se algema de joelhos na calma úmida da cela da eternidade. Mulheres que um dia quis entender me forçou encontra formula compatível que pouca vezes consegui valer não momento da entrega correspondendo delas as cinderelas pelos seu caprichos e sonhos antes perdidos, arrebatando-as em uma paixão cheia de promessas até terminar no final do amor daquele momento cheio de magia,e nunca mais agente se via. Mulheres tão nobres e ousadas que enfeitiça quem a evita e se vinga como o mais perigoso dos inimigos, mas quando, se arrependida confessa a trama, passa destes momentos a paixão que só um dramaturgo comporia a realidade daquela euforia, que também se acaba com um tchau no desaparecer para sempre no inicio do dia.É claro que de tudo elas são perdoadas principalmente vestida da elegância nua de seu perfume afrodisíaco de curvas em sorriso maroto,aproveitando do sol um novo vôo de colorido embriagada, de olhar vidrado de uma cor perfumada estimulante que a faz sentir fêmea voraz. Que maravilha uma mulher que sonha romântica em instantes silenciosos em entrega de beijos que inicia no rosto e escorrega pelos lábios úmidos e havidos de paixão que comina na mais linda entrega que também apos alguns momentos se veste e esquece como jamais houvesse aqueles lidos momentos, a não ser pelo cheiro dos restos da volúpia misturado ao perfume que a faz lembra do amor que nunca mais ira ter. Mulheres como eu as amo, sem saber bem o porquê um dia cassei e, fazemos repetir a magia durante meses, e continuamos vez por outra a repetir com uma complexidade com alguns compromissos. Mas continua ela fêmea com fúria no aprender do amar o amor, na complexa filosofia que se escreve a cada dia . Kiko Pardini
Edição tal como às 19h08min de 19 de Agosto de 2011
Esta categoria contém predefinições que podem ser usadas no domínio Wikipedia.SÓ Você
Entre o pecado e a real fantasia.
Fui rebelde anarquista não sabia,
Dês de um tempo perdido, que se fazia
Nem poesia que confunde o momento se Imaginaria.
Apaixonei e em êxtase viajei.
Quanto do sabor e de perfume encontrei,
Nas noites alegres por onde passei.
Ao lado dá saudade sua que amei.
.
Gerado pela discórdia sei,
Que pela separação avistei.
Neste pretérito. A paz perdeu-se deixei.
Não há tempo, só você. E a fragrância,
Das futilidades, da boemia. A ânsia,
Nas angustia e na distância.
Kiko Pardini
domingo, 28 de outubro de 2012
Black Sabbath - Vol. 4 (1972) (Full Album)
Anarcopédia:Portal comunitário
[editar] Estudando à liberdade
Imagino que o anarquismo seja uma forma fundamentalista, com o Viés de ser Ateu,
uma condicionante. Assim consigo entender que como o islã, para o mulçumano, esta
o Ateu para o Anarquista.
O que tem de mais importante nisso para mim, é ser o Ateísmo, muito
ligado a forma fundamentalista, ao contrario dos fundamentalismos Cristão, Budista
Islâmico, mas fundamentalista.
O que não é mau, tanto que o numero de pessoas ligadas a estes fundamentais pensamentos
religiosos somam quase o total de humanos na terra hoje. Logo entendo que o número de
anarquista pode sim obter espaços de gestão de uns países, que poderá iniciar assim
usando as logísticas existentes, para o fortalecimento das associações entre, conselhos,
sindicatos e repartições publicas, no sentido de garantir serviços prioritários.
--Kiko Pardini 01h20min de 10 de Maio de 2013 (UTC)Kiko Pardini
Judaísmo:
A primeira revolução Monoteísta.
“Do Livro”
O Mundo Muçulmano.
de
Peter Demante.
O mundo antigo, politeísta, era povoado por uma multidão de deuses e deusas, alguns representando forças naturais, outros se manifestando na forma de animais ou de seres bastante semelhantes aos homes. Além da finitude da vida, a principal diferença entre mortais e imortais consistia no poder maior destes últimos. Os deuses não eram seres melhores do que os homens, eram simplesmente mais fortes. Eles não forneciam aos mortais um sentido à vida ou mesmo um bom exemplo seu comportamento que, como os mitos narravam, revela-se muitas vezes egoísta e bizarro.A
A relação com esse panteão politeísta era, portanto, utilitarista os homens tentavam agradar até manipular os deuses, por meio de sacrifícios e de magia.
Judaísmo:
A primeira revolução Monoteísta.
“Do Livro”
O Mundo Muçulmano.
de
Peter Demante.
O cristianismo é o segundo elo da revolição monoteísta e influenciaria o islã não menos que judaísmo. O ano 33d.C. é data tradicional da crucificação de Jesus (Issa) de Nazaré, reformador radical judeu, pelo exército de ocupação romana e com a conivência da elite religiosa em Jerusalém. Para seus seguidores, Jesus foi considerado o Messias, o ungido (cristo, em grego), e posteriormente, na teologia de Paulo de Tarso, uma das três expressões da própria divindade. Era uma visão que conduziu fatalmente à ruptura com o judaísmo oficial. Mas, graças ao zelo dos apóstolos, que aproveitaram a existência da diáspora judaica e de uma eficiente rede de comunicação no Império Romano inteiro, a mensagem cristã se difundiu rapidamente.
A primeira revolução Monoteísta.
“Do Livro”
O Mundo Muçulmano.
de
Peter Demante.
O cristianismo é o segundo elo da revolição monoteísta e influenciaria o islã não menos que judaísmo. O ano 33d.C. é data tradicional da crucificação de Jesus (Issa) de Nazaré, reformador radical judeu, pelo exército de ocupação romana e com a conivência da elite religiosa em Jerusalém. Para seus seguidores, Jesus foi considerado o Messias, o ungido (cristo, em grego), e posteriormente, na teologia de Paulo de Tarso, uma das três expressões da própria divindade. Era uma visão que conduziu fatalmente à ruptura com o judaísmo oficial. Mas, graças ao zelo dos apóstolos, que aproveitaram a existência da diáspora judaica e de uma eficiente rede de comunicação no Império Romano inteiro, a mensagem cristã se difundiu rapidamente.
[[Usuário:Kiko58|Kiko
Pardini]] ([[Usuário Discussão:Kiko58|discussão]]) 19h45min de 11 de novembro
de 2010 (UTC)
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Dentre
os direitos o de não ter religião é o que mais incomoda a sociedade,...
”Todavia, o ateísmo é a ausência de religião, ou seja, a falta de credo
religioso. Obviamente, a renúncia que representa o ateísmo também é aceita
dentro de um Estado Laico. Por ser baseado na democracia e na liberdade de
consciência, tanto caberá neste Estado qualquer manifestação religiosa,
quanto será igualmente aceito aquele que não desejar tê-la”... Esta parte do
direito de quem não deseja tela ter os mesmo direito no Estado Laico no
Brasil é apenas tese, jamais alguém é aceito plenamente na sociedade sem
religião, sem Deus, tem aqueles que políticos consagrados bradam à liberdade
por um Estado Laico, mas quando se referee ao Ateísmo perdem força e calados
deixa o ritmo social fluírem aos votos , porque devemos ser muito poucos e
para não ter repeito político, devemos também estarmos entre aqueles que
menos tem formação ,pois esta bandeira fica suja dos pés de quem
religiosamente se limpa, não importando com respeito de quem não crê ter que
conviver com bandeira agora sim repugnante. Politicamente estaremos vivendo
com Estado tolerante a que se refere ao Estado Laico mas e principalmente
referindo-se as muitas religiões e alguns Deuses quanto ao Ateu terá que ter
mais paciência e conviver com o desconforto de estar incomodando por não
crer.
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Kiko Pardini.
Apesar das religiões, das seitas e da política que gera os sistemas e partido, me entendo Anarquista e Ateu, porem aprendi conviver discutir e, até conquistar alguns ideais e lugares aprendi.
“Do Livro”
O Mundo Muçulmano.
de
Peter Demante.
Em que o islã difere do judaísmo e do cristianismo?
Se o islã se encaixa num movimento monoteísta mais amplo, ele também tem naturalmente sua característica específica: muito mais que cristianismo, o islã abrange todas as esfera da vida. O islã é uma religião (din), com tudo o que esse termo implica ( crença, ritual, normas, consolação etc.), ao mesmo tempo em que é uma comunidade (umma) e um modo de viver ou tradição (sunna) e um modo de viver ou tradição(sunna) que regulariza todos os aspectos da vida: o indivíduo e as etapas de seu desenvolvimento ; a educação; as relações entre homens e mulheres; a vida familiar e comunal; o comercio e o governo, a justiça e a filosofia.
Ou seja, tudo se concentra num sistema jurídico-religioso total: a xaria(shari’a ou caminho certo), que se edificou, com base nas fontes sagradas , nos primeiros séculos do islã, mas cujo desenvolvimento não cessou até hoje, reagindo a circunstância sempre novas. Tal complexidade levou a emergência de uma classe prestigiosa de legista- intérprete especializados, os ulemás (ulama). A consequência dessa onipresença da religião, que penetra todos os desvãos da vida cotidiana, é que o islã tornava um( senão”o”) principal elemento formativo da coletiva das populações subjugadas a ele. Quão formativo, exatamente, eis um ponto de discussão entre os especialistas cuja resposta traz repercussão na atualidade.
A relativa não- diferenciação entre religião e política é também um outro resultado disso. Na comunidade de Medina, regida por Maomé, Estado e Igreja se confundiam, e essa confusão se transferiu depois para o Estado-império muçulmano, imensamente maior que a comunidade primitiva dos fiéis. Após a morte do Profeta, seu tente ou suplente (Khalifa ou califa) combinava a autoridade militar, jurídica e religiosa sobre a unna. A complexidade da interpretação religião-política se prolonga até hoje. Mesmo sendo um exagero afirmar que não há nenhuma diferença entre religião e política, o islã inclui no seu bojo muito mais do que um corpo de crenças. Correspondências na maneira de viver criam semelhanças entre as mais diferentes sociedades muçulmanas.
Outra marca origina do islã é a igualdade dos fieis, talvez uma herança das tradições beduínas. Não há no islã pecado original, nem salvação do fiel pela fé no sacrifício do salvador ( como na morte de Jesus, no cristianismo), nem sacerdote com sacramentos imprescindíveis para resgate de alma do crente. O extrato dos ulemás, legistas especializados, não tem o papel do clero institucionalizado da Igreja católica: eles são apenas intérpretes, e não mediadores. Essa igualdade, contudo, logo se tornou teórica por causa das sangrentas lutas internas que, como veremos, iriam fragmentar o islã.
..............................................................................................................................

Genesis...=
Quando, de quando me lembro, e já me entendia criança, mas sabendo que não seria sempre assim, aí eu crescia.
E esta certeza despreocupava-me por saber ser natural o demorar crescimento e já havia uma consciência em mim.
Por não entender o tempo com toda definição de crescimento, julgava ter todo tempo do mundo para brincar à só,
ou com meus irmãos, minha visão dos adultos e crianças era distante e mesmos de aves e bichos. ”animais” domésticos.
Esta consciência “dopava”, meu raciocínio, com sentimento de certa solidão e repetia pra mim mesmo vez por outra
...”eu cresço depois, fico grande depois”...
Não entendendo ainda me lembro do seria cidade, ou bairro conhecendo os limites do quintal. Quintal que transformava
sua aparência e os lugares de brincadeiras vez por outra, hora por vontade de minha mãe com implantação de jardim, hora
por meu pai nas construções de pequenos galpões, abrigo para suas ferramentas.
Hoje, com mais de meio século de idade sei também ser filho da humanidade e da história. Onde os filhos de nossa mãe preta,
previdente abandonam as copas das arvores e se aventuram nas pradarias e florestas, estes que lutaram bravamente, ao tomar
consciência de que terão que lutar para conquistar um novo território. Diferente de quando eu criança que apenas via o mesmo
território modificado.
Creio que as consciências advindas de alguns raciocínios lógicas nos levaram neste inicio, a aceitar algumas radicais mudanças,
assim como um no inicio de uma filosofia empírica. Assim o início de ferramentas e do domínio do fogo crê.
Bom esta história de que também sou filho teve varias evoluções, umas delas pela constância, tido e havido como costumes,
coisa muito própria nossa humana que transmitimos e incluímos em nossas vidas de conformidade com nossas conveniências.
Dentro destes rituais o que lembra o lúdico deva ter dado inicio a crenças e acabáramos por ter chegado à política, a filosofia
e a o tão único e indevidamente Deus.
Assim na minha época de eu criança estava como os filhos de nossos
ancestrais, vendo minha pradaria e florestas, como nosso quintal
e da caverna a nossa casa, onde convivíamos entre risos e eventuais
tristezas. Aprendendo alguns dos já formados conceitos éticos
alicerçando a consciência e a evoluindo em mutações de adaptações que nos convém criando entre novos conceitos filosóficos e
poesias os resultados de nossa consciência pelo nosso raciocínio.
Existem entre nós vários problemas existenciais, que não aprendemos a dominar e outros problemas por nós termos muito domínio e
posso exemplificar aqui como a religião e a geopolítica e ou também
assim, Deus e o Ateu no consciente universo da nossa possível
eternidade.
Como vivemos neste cosmos, onde o tempo permite o construir e destruir além de promover a construção e as desconstruções dentro
desta constância até agora para nós entendida como eterna.
De criança em casa, entre brinquedos e quintal, nunca fui tão credo em Deus, como as igrejas apresentaram, sempre tive lá na
consciência minha incredulidade embora me obrigava a cumprir os rituais impostas pelas igrejas que migram minha família,
lembrando sempre dentro do cristianismo. Lembro o direito de um Estado
laico onde só conviver varias seitas e religiões nos mais
variados deuses e Deus. Alem do direito de, o não crer em Deus por não haver mesmo Deus, ou deuses algum e lutarmos pela nossa
consciência compreendendo o lapidar do nosso raciocínio.
Pra mim hoje vejo que mesmo enquanto menino “criança,” pode entender e formar uma consciência através do empírico raciocínio
natural em toda criança.
Francisco Carlos Pardini Palestina http://youtu.be/J6LGieVKtLw

www.youtube.com
texto completo- Para ver libros y textos anarquistas visite www.kclibertaria.comyr.com/ libros.html
Anarcopédia:Portal comunitário
[editar] ...Genesis...=
Quando, de quando me lembro, e já me entendia criança, mas sabendo que não seria sempre assim, aí eu crescia.
E esta certeza despreocupava-me por saber ser natural o demorar crescimento e já havia uma consciência em mim.
Por não entender o tempo com toda definição de crescimento, julgava ter todo tempo do mundo para brincar à só,
ou com meus irmãos, minha visão dos adultos e crianças era distante e mesmos de aves e bichos. ”animais” domésticos.
Esta consciência “dopava”, meu raciocínio, com sentimento de certa solidão e repetia pra mim mesmo vez por outra
...”eu cresço depois, fico grande depois”...
Não entendendo ainda me lembro do seria cidade, ou bairro conhecendo os limites do quintal. Quintal que transformava
sua aparência e os lugares de brincadeiras vez por outra, hora por vontade de minha mãe com implantação de jardim, hora
por meu pai nas construções de pequenos galpões, abrigo para suas ferramentas.
Hoje, com mais de meio século de idade sei também ser filho da humanidade e da história. Onde os filhos de nossa mãe preta,
previdente abandonam as copas das arvores e se aventuram nas pradarias e florestas, estes que lutaram bravamente, ao tomar
consciência de que terão que lutar para conquistar um novo território. Diferente de quando eu criança que apenas via o mesmo
território modificado.
Creio que as consciências advindas de alguns raciocínios lógicas nos levaram neste inicio, a aceitar algumas radicais mudanças,
assim como um no inicio de uma filosofia empírica. Assim o início de ferramentas e do domínio do fogo crê.
Bom esta história de que também sou filho teve varias evoluções, umas delas pela constância, tido e havido como costumes,
coisa muito própria nossa humana que transmitimos e incluímos em nossas vidas de conformidade com nossas conveniências.
Dentro destes rituais o que lembra o lúdico deva ter dado inicio a crenças e acabáramos por ter chegado à política, a filosofia
e a o tão único e indevidamente Deus.
Assim na minha época de eu criança estava como os filhos de nossos ancestrais, vendo minha pradaria e florestas, como nosso quintal
e da caverna a nossa casa, onde convivíamos entre risos e eventuais tristezas. Aprendendo alguns dos já formados conceitos éticos
alicerçando a consciência e a evoluindo em mutações de adaptações que nos convém criando entre novos conceitos filosóficos e
poesias os resultados de nossa consciência pelo nosso raciocínio.
Existem entre nós vários problemas existenciais, que não aprendemos a dominar e outros problemas por nós termos muito domínio e
posso exemplificar aqui como a religião e a geopolítica e ou também assim, Deus e o Ateu no consciente universo da nossa possível
eternidade.
Como vivemos neste cosmos, onde o tempo permite o construir e destruir além de promover a construção e as desconstruções dentro
desta constância até agora para nós entendida como eterna.
De criança em casa, entre brinquedos e quintal, nunca fui tão credo em Deus, como as igrejas apresentaram, sempre tive lá na
consciência minha incredulidade embora me obrigava a cumprir os rituais impostas pelas igrejas que migram minha família,
lembrando sempre dentro do cristianismo. Lembro o direito de um Estado laico onde só conviver varias seitas e religiões nos mais
variados deuses e Deus. Alem do direito de, o não crer em Deus por não haver mesmo Deus, ou deuses algum e lutarmos pela nossa
consciência compreendendo o lapidar do nosso raciocínio.
Pra mim hoje vejo que mesmo enquanto menino “criança,” pode entender e formar uma consciência através do empírico raciocínio
natural em toda criança.
Kiko Pardini.
--Kiko Pardini 22h55min de 5 de Abril de 2013 (UTC)
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http://youtu.be/ticFujlbuJwhttp://youtu.be/ticFujlbuJw
Princípios
Os anarquistas societários consideram que a sociedade é definidora de seus membros, considerem-se eles indivíduos eles ou não, em contraposição a tese individualista que se centra no indivíduo que ao associar-se a outros formam a sociedade. O objetivo comum é a liberdade e a auto-determinação, a diferença é que os societários partem mais da teoria da transformação no social em como consequência deriva o individual (só em uma sociedade livre os indivíduos podem ser livres). Não se opõe ao individualismo no sentido de ser "contra", mas sim, difere na apreciação primária do psicológico-social. Neste mesmo sentido o anarquismo individualista é mais uma perspectiva filosófica, com suas devidas consequências, que um modelo político definido e fechado.As vertentes constituintes do ramo do anarquismo social defendem os modelos de propriedade coletiva ou colaborativa, em contraposição aos modelos de propriedade individual ou propriedade privada que são ainda defendidas por alguns ramos individualistas.
Também, este rótulo tem sindo utilizada por alguns anarquistas para se diferenciarem daquelas que consideram posições personalistas que antecedem ao individual (no sentido de um "postura estética") ao social ou à luta de classes. Murray Bookchin apresentou estas idéias em um polêmico ensaio crítico chamado "Anarquismo de estilo de vida" (Lifestyle anarchism em inglês). Algumas pessoas que não estão de acordo com esta diferenciação vêem nestas idéias uma posição de sectarismo acintoso.
Ver também
| Este artigo sobre Anarquismo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. |
Liberdade e o anarquismo. Segundo a Wikipédia... (O anarquista entende que “enquanto houver autoridade, não haverá liberdade”)... Por entender que a liberdade é o exercício da autoridade venho contribuir com minhas opiniões Um bom exemplo se dá quando uma pessoa criada no cristianismo por igrejas que variam suas regras ou dogmas, onde o cerceamento da liberdade fica claro pela imposição divina. E esta pessoa rompe com o conceito Divino, pegando-se em situação antes de pecado como, por exemplo, o chamado adultério que esta pessoa passa a viver sem culpa com a autoridade de quem enxerga a liberdade. Rompendo com Deus adquirindo uma personalidade que apenas ele tem autoridade sobre seu julgamento e não havendo culpa o entendemos livre. Mas a autoridade ainda existe porque segundo o cristianismo Deus é imortal, esta pessoa pode até confirmar com propriedade que Deus existe para os cristãos embora ele esteja livre. E confirme isso com autoridade. Outro exemplo radical pode observar no caso dos Judeus e Alemães na 2º guerra. Não foram as autoridades Alemães quem trucidaram os judeus, mas sua submição ou falta de autoridade dos judeus no exercer a liberdade, pois se livres fossem com autoridade não se permitiriam morrer daquela forma. Ou seja, a falta de autoridade bastou para permitir aquele fim. Mais um exemplo esta em que não posso eu usar a subpágina na Wikipédia como Kiko58/versos. Por 2 semanas por ter inserido texto para muitos sem sentido e em lugar inadequado. Pensando no problema como estando à Wikipédia sendo autoritária eu estaria perdendo a liberdade de seguir postando sonetos que para mim teria importância impar posta-los Agora esta autoridade que me impede só existe pela falta de autoridade que exerço em minha liberdade. E não mais pela autoridade existente na Wikipédia e nos seus dogmas. Podendo eu lembrar-me de paginas magníficas que expõem os sonetos e sonetistas como algo estudado com ciência assim reconhecendo sua autoridade como me “fazendo de judeu” perdendo minha liberdade. Não com o castigo ou repreensão, mas por falta de autoridade em apresentar um trabalho que poderia ser reconhecido direcionado para lugar adequado e apresentado de forma digna e livre resgatando então minha autoridade de ser livre mesmo dentro da Wikipédia.Usuário:Kiko58
Kiko Pardini
_____--Kiko Pardini (discussão) 05h00min de 25 de agosto de 2011 (UTC)__________________________________________ Unblock-pt-l mailing list Unblock-pt-l@lists.wikimedia.org https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/unblock-pt-lResponder para: Responder para: Lucas Teles Todos Responder para Lucas Teles Enviar
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Kiko58"
Esta página foi modificada pela última vez à(s) 03h00min de 25 de agosto de 2011. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição - Partilha nos Mesmos Termos 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as condições de uso para mais detalhes.
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Além da edição normal, esta versão pode ter sido alterada por conter informações erradas, vandalismos ou material não compatível com a licença CC-BY-SA.
Teocracia (do grego Teo: Deus + kratos:
governo) é o sistema de governo em que as ações
políticas, jurídicas e policiais são submetidas às normas de alguma religião. O poder teocrático pode ser exercido
direta ou indiretamente pelos clérigos de uma religião[1]: os governantes, juízes e demais
autoridades podem ser os próprios líderes religiosos (tal como foi Justiniano I) ou podem ser cidadãos leigos
submetidos ao controle dos clérigos (como ocorre atualmente no Irã,
onde os chefes de governo,
estado e poder judiciário
estão submetidos ao aiatolá e ao conselho dos
clérigos). Sua forma corrupta é
também denominada clerocracia.
Exemplos atuais de regimes desse tipo são o Vaticano, regido pela Igreja Católica e tendo como chefe de Estado um
sacerdote (o Papa), e o Irã, que é controlado pelos aiatolás,
líderes religiosos islâmicos, desde a Revolução Islâmica,
em 1979 e Israel que é oficialmente um Estado judeu
Conceito
A forma de Estado teocrático contém princípios bastante diversos dos que
norteiam os estados laicos. Na geopolítica contemporânea, a democracia é peculiar ao Ocidente, as teocracias são atualmente típicas do
mundo islâmico - ou muçulmano. Como o próprio nome indica, teo refere-se
ao que provém ou está relacionado a Deus - aqui é preciso cuidado para que não
se confunda a teocracia com a variante absolutista do Estado monárquico. Nas monarquias ocidentais, o poder real continha uma
natureza divina. No entanto, por mais próximos que estivessem o Estado e a Igreja, ambos constituíam
esferas separadas: a monarquia detinha o poder político, enquanto a Igreja, os
poderes espiritual e moral.
Já nas teocracias tal distinção está ausente. Os poderes político e
religioso andam lado a lado. Portanto, quem detêm o controle do Estado regula
também os preceitos morais, espirituais, educacionais e culturais. Nada é feito
de forma autônoma. Toda e qualquer atitude tomada pelo Estado ou pela sociedade
está vinculada a uma única lógica religiosa, que serve como fundamento
universal.
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