domingo, 28 de outubro de 2012

Black Sabbath - Vol. 4 (1972) (Full Album)








Anarcopédia:Portal comunitário


[editar] Estudando à liberdade


Imagino que o anarquismo seja uma forma fundamentalista, com o Viés de ser Ateu,

uma condicionante. Assim consigo entender que como o islã, para o mulçumano, esta

o Ateu para o Anarquista.

           
O que tem de mais importante nisso para mim, é ser o Ateísmo, muito


ligado a forma fundamentalista, ao contrario dos fundamentalismos Cristão, Budista

Islâmico, mas fundamentalista. 


O que não é mau, tanto que o numero de pessoas ligadas a estes fundamentais pensamentos

religiosos somam quase o total de humanos na terra hoje. Logo entendo que o número de


anarquista pode sim obter espaços de gestão de uns países, que poderá iniciar assim

usando as logísticas existentes, para o fortalecimento das associações entre, conselhos,

sindicatos e repartições publicas, no sentido de garantir serviços prioritários.
--Kiko Pardini 01h20min de 10 de Maio de 2013 (UTC)Kiko Pardini
Judaísmo:
A primeira revolução Monoteísta.
“Do Livro”
O Mundo Muçulmano.
           de
Peter Demante.
O mundo antigo, politeísta, era povoado por uma multidão de deuses e deusas,  alguns representando forças naturais, outros se manifestando na forma de animais ou de seres bastante semelhantes aos homes. Além da finitude da vida, a principal diferença entre mortais e imortais consistia no poder maior destes últimos. Os deuses não eram seres melhores do que os homens, eram simplesmente  mais fortes. Eles não forneciam aos mortais um sentido à vida ou mesmo um bom exemplo  seu comportamento que, como os mitos narravam, revela-se muitas vezes egoísta e bizarro.A
A relação com esse panteão politeísta era, portanto, utilitarista os homens tentavam agradar até manipular os deuses, por meio de sacrifícios e de magia.


[[Usuário:Kiko58|Kiko Pardini]] ([[Usuário Discussão:Kiko58|discussão]]) 19h45min de 11 de novembro de 2010 (UTC)

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Dentre os direitos o de não ter religião é o que mais incomoda a sociedade,... ”Todavia, o ateísmo é a ausência de religião, ou seja, a falta de credo religioso. Obviamente, a renúncia que representa o ateísmo também é aceita dentro de um Estado Laico. Por ser baseado na democracia e na liberdade de consciência, tanto caberá neste Estado qualquer manifestação religiosa, quanto será igualmente aceito aquele que não desejar tê-la”... Esta parte do direito de quem não deseja tela ter os mesmo direito no Estado Laico no Brasil é apenas tese, jamais alguém é aceito plenamente na sociedade sem religião, sem Deus, tem aqueles que políticos consagrados bradam à liberdade por um Estado Laico, mas quando se referee ao Ateísmo perdem força e calados deixa o ritmo social fluírem aos votos , porque devemos ser muito poucos e para não ter repeito político, devemos também estarmos entre aqueles que menos tem formação ,pois esta bandeira fica suja dos pés de quem religiosamente se limpa, não importando com respeito de quem não crê ter que conviver com bandeira agora sim repugnante. Politicamente estaremos vivendo com Estado tolerante a que se refere ao Estado Laico mas e principalmente referindo-se as muitas religiões e alguns Deuses quanto ao Ateu terá que ter mais paciência e conviver com o desconforto de estar incomodando por não crer.














Kiko Pardini.

 Apesar das religiões, das seitas e da política que gera os sistemas e partido, me entendo Anarquista e Ateu, porem aprendi conviver discutir e, até conquistar alguns ideais e lugares aprendi.
“Do Livro”
O Mundo Muçulmano.
de
Peter Demante.

Em que o islã difere do judaísmo e do cristianismo?

Se o islã se encaixa num movimento monoteísta mais amplo, ele também tem naturalmente sua característica específica: muito mais que cristianismo, o islã abrange todas as esfera da vida. O islã é uma religião (din), com tudo o que esse termo implica ( crença, ritual, normas, consolação etc.), ao mesmo tempo em que é uma comunidade (umma) e um modo de viver ou tradição (sunna) e um modo de viver ou tradição(sunna) que regulariza todos os aspectos da vida: o indivíduo e as etapas de seu desenvolvimento ; a educação; as relações entre homens e mulheres; a vida familiar e comunal; o comercio e o governo, a justiça e a filosofia.
Ou seja, tudo se concentra num sistema jurídico-religioso total: a xaria(shari’a ou caminho certo), que se edificou, com base nas fontes sagradas , nos primeiros séculos do islã, mas cujo desenvolvimento não cessou até hoje, reagindo a circunstância sempre novas. Tal complexidade levou a emergência de uma classe prestigiosa de legista- intérprete especializados, os ulemás (ulama). A consequência dessa onipresença da religião, que penetra todos os desvãos da vida cotidiana, é que o islã tornava um( senão”o”) principal elemento formativo da coletiva das populações subjugadas a ele. Quão formativo, exatamente, eis um ponto de discussão entre os especialistas cuja resposta traz repercussão na atualidade.
A relativa não- diferenciação entre religião e política é também um outro resultado disso. Na comunidade de Medina, regida por Maomé, Estado e Igreja se confundiam, e essa confusão se transferiu depois para o Estado-império muçulmano, imensamente maior que a comunidade primitiva dos fiéis. Após a morte do Profeta, seu tente ou suplente (Khalifa ou califa) combinava a autoridade militar, jurídica e religiosa sobre a unna. A complexidade da interpretação religião-política se prolonga até hoje. Mesmo sendo um exagero afirmar que não há nenhuma diferença entre religião e política, o islã inclui no seu bojo muito mais do que um corpo de crenças. Correspondências na maneira de viver criam semelhanças entre as mais diferentes sociedades muçulmanas.
Outra marca origina do islã é a igualdade dos fieis, talvez uma herança das tradições beduínas. Não há no islã pecado original, nem salvação do fiel pela fé no sacrifício do salvador ( como na morte de Jesus, no cristianismo), nem sacerdote com sacramentos imprescindíveis para resgate de alma do crente. O extrato dos ulemás, legistas especializados, não tem o papel do clero institucionalizado da Igreja católica: eles são apenas intérpretes, e não mediadores. Essa igualdade, contudo, logo se tornou teórica por causa das sangrentas lutas internas que, como veremos, iriam fragmentar o islã.
..............................................................................................................................














Genesis...=

Quando, de quando me lembro, e já me entendia criança, mas sabendo que não seria sempre assim, aí eu crescia.

E esta certeza despreocupava-me por saber ser natural o demorar crescimento e já havia uma consciência em mim.

Por não entender o tempo com toda definição de crescimento, julgava ter todo tempo do mundo para brincar à só,

ou com meus irmãos, minha visão dos adultos e crianças era distante e mesmos de aves e bichos. ”animais” domésticos.

Esta consciência “dopava”, meu raciocínio, com sentimento de certa solidão e repetia pra mim mesmo vez por outra

...”eu cresço depois, fico grande depois”...

Não entendendo ainda me lembro do seria cidade, ou bairro conhecendo os limites do quintal. Quintal que transformava

sua aparência e os lugares de brincadeiras vez por outra, hora por vontade de minha mãe com implantação de jardim, hora

por meu pai nas construções de pequenos galpões, abrigo para suas ferramentas.

Hoje, com mais de meio século de idade sei também ser filho da humanidade e da história. Onde os filhos de nossa mãe preta,

previdente abandonam as copas das arvores e se aventuram nas pradarias e florestas, estes que lutaram bravamente, ao tomar

consciência de que terão que lutar para conquistar um novo território. Diferente de quando eu criança que apenas via o mesmo

território modificado.

Creio que as consciências advindas de alguns raciocínios lógicas nos levaram neste inicio, a aceitar algumas radicais mudanças,

assim como um no inicio de uma filosofia empírica. Assim o início de ferramentas e do domínio do fogo crê.

Bom esta história de que também sou filho teve varias evoluções, umas delas pela constância, tido e havido como costumes,

coisa muito própria nossa humana que transmitimos e incluímos em nossas vidas de conformidade com nossas conveniências.

Dentro destes rituais o que lembra o lúdico deva ter dado inicio a crenças e acabáramos por ter chegado à política, a filosofia

e a o tão único e indevidamente Deus.

Assim na minha época de eu criança estava como os filhos de nossos ancestrais, vendo minha pradaria e florestas, como nosso quintal

e da caverna a nossa casa, onde convivíamos entre risos e eventuais tristezas. Aprendendo alguns dos já formados conceitos éticos

alicerçando a consciência e a evoluindo em mutações de adaptações que nos convém criando entre novos conceitos filosóficos e

poesias os resultados de nossa consciência pelo nosso raciocínio.

Existem entre nós vários problemas existenciais, que não aprendemos a dominar e outros problemas por nós termos muito domínio e

posso exemplificar aqui como a religião e a geopolítica e ou também assim, Deus e o Ateu no consciente universo da nossa possível

eternidade.

Como vivemos neste cosmos, onde o tempo permite o construir e destruir além de promover a construção e as desconstruções dentro

desta constância até agora para nós entendida como eterna.

De criança em casa, entre brinquedos e quintal, nunca fui tão credo em Deus, como as igrejas apresentaram, sempre tive lá na

consciência minha incredulidade embora me obrigava a cumprir os rituais impostas pelas igrejas que migram minha família,

lembrando sempre dentro do cristianismo. Lembro o direito de um Estado laico onde só conviver varias seitas e religiões nos mais

variados deuses e Deus. Alem do direito de, o não crer em Deus por não haver mesmo Deus, ou deuses algum e lutarmos pela nossa

consciência compreendendo o lapidar do nosso raciocínio.

Pra mim hoje vejo que mesmo enquanto menino “criança,” pode entender e formar uma consciência através do empírico raciocínio

natural em toda criança.

Francisco Carlos Pardini Palestina http://youtu.be/J6LGieVKtLw

www.youtube.com
texto completo- Para ver libros y textos anarquistas visite www.kclibertaria.comyr.com/lib­ros.html


Anarcopédia:Portal comunitário
[editar] ...Genesis...=


Quando, de quando me lembro, e já me entendia criança, mas sabendo que não seria sempre assim, aí eu crescia.

E esta certeza despreocupava-me por saber ser natural o demorar crescimento e já havia uma consciência em mim.

Por não entender o tempo com toda definição de crescimento, julgava ter todo tempo do mundo para brincar à só,

ou com meus irmãos, minha visão dos adultos e crianças era distante e mesmos de aves e bichos. ”animais” domésticos.

Esta consciência “dopava”, meu raciocínio, com sentimento de certa solidão e repetia pra mim mesmo vez por outra

...”eu cresço depois, fico grande depois”...

Não entendendo ainda me lembro do seria cidade, ou bairro conhecendo os limites do quintal. Quintal que transformava

sua aparência e os lugares de brincadeiras vez por outra, hora por vontade de minha mãe com implantação de jardim, hora

por meu pai nas construções de pequenos galpões, abrigo para suas ferramentas.

Hoje, com mais de meio século de idade sei também ser filho da humanidade e da história. Onde os filhos de nossa mãe preta,

previdente abandonam as copas das arvores e se aventuram nas pradarias e florestas, estes que lutaram bravamente, ao tomar

consciência de que terão que lutar para conquistar um novo território. Diferente de quando eu criança que apenas via o mesmo

território modificado.

Creio que as consciências advindas de alguns raciocínios lógicas nos levaram neste inicio, a aceitar algumas radicais mudanças,

assim como um no inicio de uma filosofia empírica. Assim o início de ferramentas e do domínio do fogo crê.

Bom esta história de que também sou filho teve varias evoluções, umas delas pela constância, tido e havido como costumes,

coisa muito própria nossa humana que transmitimos e incluímos em nossas vidas de conformidade com nossas conveniências.

Dentro destes rituais o que lembra o lúdico deva ter dado inicio a crenças e acabáramos por ter chegado à política, a filosofia

e a o tão único e indevidamente Deus.

Assim na minha época de eu criança estava como os filhos de nossos ancestrais, vendo minha pradaria e florestas, como nosso quintal

e da caverna a nossa casa, onde convivíamos entre risos e eventuais tristezas. Aprendendo alguns dos já formados conceitos éticos

alicerçando a consciência e a evoluindo em mutações de adaptações que nos convém criando entre novos conceitos filosóficos e

poesias os resultados de nossa consciência pelo nosso raciocínio.

Existem entre nós vários problemas existenciais, que não aprendemos a dominar e outros problemas por nós termos muito domínio e

posso exemplificar aqui como a religião e a geopolítica e ou também assim, Deus e o Ateu no consciente universo da nossa possível

eternidade.

Como vivemos neste cosmos, onde o tempo permite o construir e destruir além de promover a construção e as desconstruções dentro

desta constância até agora para nós entendida como eterna.

De criança em casa, entre brinquedos e quintal, nunca fui tão credo em Deus, como as igrejas apresentaram, sempre tive lá na

consciência minha incredulidade embora me obrigava a cumprir os rituais impostas pelas igrejas que migram minha família,

lembrando sempre dentro do cristianismo. Lembro o direito de um Estado laico onde só conviver varias seitas e religiões nos mais

variados deuses e Deus. Alem do direito de, o não crer em Deus por não haver mesmo Deus, ou deuses algum e lutarmos pela nossa

consciência compreendendo o lapidar do nosso raciocínio.

Pra mim hoje vejo que mesmo enquanto menino “criança,” pode entender e formar uma consciência através do empírico raciocínio

natural em toda criança.

Kiko Pardini.
--Kiko Pardini 22h55min de 5 de Abril de 2013 (UTC)


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  15. 2nd General Meeting: Thursday 3 August 2006. Theme: start a team to make a document for http://www.xminy.nl/ (for funding)




 
project
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http://youtu.be/ticFujlbuJwhttp://youtu.be/ticFujlbuJw

 

Princípios

Os anarquistas societários consideram que a sociedade é definidora de seus membros, considerem-se eles indivíduos eles ou não, em contraposição a tese individualista que se centra no indivíduo que ao associar-se a outros formam a sociedade. O objetivo comum é a liberdade e a auto-determinação, a diferença é que os societários partem mais da teoria da transformação no social em como consequência deriva o individual (só em uma sociedade livre os indivíduos podem ser livres). Não se opõe ao individualismo no sentido de ser "contra", mas sim, difere na apreciação primária do psicológico-social. Neste mesmo sentido o anarquismo individualista é mais uma perspectiva filosófica, com suas devidas consequências, que um modelo político definido e fechado.
As vertentes constituintes do ramo do anarquismo social defendem os modelos de propriedade coletiva ou colaborativa, em contraposição aos modelos de propriedade individual ou propriedade privada que são ainda defendidas por alguns ramos individualistas.
Também, este rótulo tem sindo utilizada por alguns anarquistas para se diferenciarem daquelas que consideram posições personalistas que antecedem ao individual (no sentido de um "postura estética") ao social ou à luta de classes. Murray Bookchin apresentou estas idéias em um polêmico ensaio crítico chamado "Anarquismo de estilo de vida" (Lifestyle anarchism em inglês). Algumas pessoas que não estão de acordo com esta diferenciação vêem nestas idéias uma posição de sectarismo acintoso.

 

 

 

Ver também


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Anarquismo

Liberdade e o anarquismo. Segundo a Wikipédia... (O anarquista entende que “enquanto houver autoridade, não haverá liberdade”)... Por entender que a liberdade é o exercício da autoridade venho contribuir com minhas opiniões Um bom exemplo se dá quando uma pessoa criada no cristianismo por igrejas que variam suas regras ou dogmas, onde o cerceamento da liberdade fica claro pela imposição divina. E esta pessoa rompe com o conceito Divino, pegando-se em situação antes de pecado como, por exemplo, o chamado adultério que esta pessoa passa a viver sem culpa com a autoridade de quem enxerga a liberdade. Rompendo com Deus adquirindo uma personalidade que apenas ele tem autoridade sobre seu julgamento e não havendo culpa o entendemos livre. Mas a autoridade ainda existe porque segundo o cristianismo Deus é imortal, esta pessoa pode até confirmar com propriedade que Deus existe para os cristãos embora ele esteja livre. E confirme isso com autoridade. Outro exemplo radical pode observar no caso dos Judeus e Alemães na 2º guerra. Não foram as autoridades Alemães quem trucidaram os judeus, mas sua submição ou falta de autoridade dos judeus no exercer a liberdade, pois se livres fossem com autoridade não se permitiriam morrer daquela forma. Ou seja, a falta de autoridade bastou para permitir aquele fim. Mais um exemplo esta em que não posso eu usar a subpágina na Wikipédia como Kiko58/versos. Por 2 semanas por ter inserido texto para muitos sem sentido e em lugar inadequado. Pensando no problema como estando à Wikipédia sendo autoritária eu estaria perdendo a liberdade de seguir postando sonetos que para mim teria importância impar posta-los Agora esta autoridade que me impede só existe pela falta de autoridade que exerço em minha liberdade. E não mais pela autoridade existente na Wikipédia e nos seus dogmas. Podendo eu lembrar-me de paginas magníficas que expõem os sonetos e sonetistas como algo estudado com ciência assim reconhecendo sua autoridade como me “fazendo de judeu” perdendo minha liberdade. Não com o castigo ou repreensão, mas por falta de autoridade em apresentar um trabalho que poderia ser reconhecido direcionado para lugar adequado e apresentado de forma digna e livre resgatando então minha autoridade de ser livre mesmo dentro da Wikipédia.Usuário:Kiko58
Kiko Pardini
_____--Kiko Pardini (discussão) 05h00min de 25 de agosto de 2011 (UTC)__________________________________________ Unblock-pt-l mailing list Unblock-pt-l@lists.wikimedia.org https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/unblock-pt-lResponder para: Responder para: Lucas Teles Todos Responder para Lucas Teles Enviar
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Kiko58"
Esta página foi modificada pela última vez à(s) 03h00min de 25 de agosto de 2011. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição - Partilha nos Mesmos Termos 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as condições de uso para mais detalhes.

Teocracia (do grego Teo: Deus + kratos: governo) é o sistema de governo em que as ações políticas, jurídicas e policiais são submetidas às normas de alguma religião. O poder teocrático pode ser exercido direta ou indiretamente pelos clérigos de uma religião[1]: os governantes, juízes e demais autoridades podem ser os próprios líderes religiosos (tal como foi Justiniano I) ou podem ser cidadãos leigos submetidos ao controle dos clérigos (como ocorre atualmente no Irã, onde os chefes de governo, estado e poder judiciário estão submetidos ao aiatolá e ao conselho dos clérigos). Sua forma corrupta é também denominada clerocracia.
Exemplos atuais de regimes desse tipo são o Vaticano, regido pela Igreja Católica e tendo como chefe de Estado um sacerdote (o Papa), e o Irã, que é controlado pelos aiatolás, líderes religiosos islâmicos, desde a Revolução Islâmica, em 1979 e Israel que é oficialmente um Estado judeu

Conceito
A forma de Estado teocrático contém princípios bastante diversos dos que norteiam os estados laicos. Na geopolítica contemporânea, a democracia é peculiar ao Ocidente, as teocracias são atualmente típicas do mundo islâmico - ou muçulmano. Como o próprio nome indica, teo refere-se ao que provém ou está relacionado a Deus - aqui é preciso cuidado para que não se confunda a teocracia com a variante absolutista do Estado monárquico. Nas monarquias ocidentais, o poder real continha uma natureza divina. No entanto, por mais próximos que estivessem o Estado e a Igreja, ambos constituíam esferas separadas: a monarquia detinha o poder político, enquanto a Igreja, os poderes espiritual e moral.
Já nas teocracias tal distinção está ausente. Os poderes político e religioso andam lado a lado. Portanto, quem detêm o controle do Estado regula também os preceitos morais, espirituais, educacionais e culturais. Nada é feito de forma autônoma. Toda e qualquer atitude tomada pelo Estado ou pela sociedade está vinculada a uma única lógica religiosa, que serve como fundamento universal.

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